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Archive for the ‘Aulas Política de Negócios’ Category

Segue o material da aula de Política de Negócios sobre Gestão por Processos

adm-pol-aula-08-gestao-por-processos

 

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Segue o arquivo para nossa aula de 25/04/2008:

adm-pol-aula-07-perfil-do-consumidor

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Segue o arquivo com as orientações do trabalho do segundo bimestre bem como material de apoio da Unicamp.

adm-pol-006-2008-trabalho-2-bimestre

gestao_processos_unicamp_170903

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Segue o mapa mental discutido em aula sobre as quatro capacidades estratégicas:

mapa-mental-quatro-capacidades-estrategicas

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Segue material da aula sobre Tipos de Negocios:

adm-pol-aula-06-tipos-de-negocios1

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Publico um link com uma planilha orçamentária familiar adaptada por mim de outras idéias encontradas na Internet. Todas as sugestões de melhoria são bem vindas!

planilha-orcamentaria-familiartrocar-a-extensao-para-xls1

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Segue o material para a aula sobre análise de negócios:

Análise de Negócios

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Todos os anos, milhares de pessoas querem tornar-se empresários. Há dois caminhos: o primeiro é montar seu próprio negócio e o segundo é adquirir um negócio existente. Cada um deles tem suas vantagens e desvantagens. Cabe ao leitor verificar e decidir.
Começar um negócio do nada pode ser muito compensador, mas geralmente requer uma idéia ou conceito que envolve um produto ou serviço novo, uma nova tecnologia, um bom plano de marketing. O desenvolvimento de uma idéia empresarial pode envolver custos iniciais menores em comparação a compra de um negócio existente, e freqüentemente pode começar em casa ou num escritório pequeno. Lembre-se de fazer uma pesquisa para verificar se uma nova idéia vai ter aceitação no mercado, pois idéias que parecem fazer sentido no início, não fazem depois de uma investigação detalhada. Muitas vezes, o novo produto ou serviço tem uma pequena ou nenhuma demanda ou a competição é tão feroz que o lucro na comercialização é mínimo e, portanto, a empresa corra altos riscos de ter prejuízos com as flutuações naturais do mercado. Portanto, antes de se aventurar num novo negócio, faça uma pesquisa completa, utilize os diversos recursos disponíveis. Muitas vezes não há necessidade de contratar uma empresa especializada. Consulte órgãos especializados como o SEBRAE, Associações Comerciais, outros empresários do ramo, a Internet e até a biblioteca da sua cidade poderá ajudá-lo a tomar a decisão correta.


Como desvantagens podemos citar a necessidade de conquistar a sua clientela e isso envolve muito tempo e esforço. Nos primeiros meses ou até durante alguns anos, seu faturamento poderá ser baixo e sem margem de lucro, isto implica em recorrer ao uso de poupanças pessoais ou até mesmo empréstimos em bancos. Por outro lado, conseguir financiamento para montar uma nova empresa é muito difícil. A maioria das pessoas recorre à família, amigos e popanças pessoais para consumir na fase de consolidação do negócio. Outro fator importante a considerar é o risco. As chances de sobrevivência de um novo negócio são muito baixas. O SEBRAE realizou uma pesquisa de âmbito nacional no primeiro trimestre de 2004 visando entender os fatores que levaram ao sucesso ou insucesso das micros e pequenas empresas. Nesta pesquisa, levantaram-se as taxas de mortalidade no triênio 2000 – 2001 – 2002 de acordo com cada região geográfica. O que podemos verificar que houve uma taxa muito alta de fracasso logo no primeiro ano de existência.

Comprar um negócio existente pode ser um modo mais efetivo para realizar o sonho de ser empresário, mas freqüentemente é mais caro. Proprietários de empresas a venda costumam superfaturar o real valor do seu negócio. A maioria costuma pôr um ágio sobre o valor da empresa por proporcionar ao comprador uma carteira de clientes já estruturada. Outros fatores a serem considerados são as responsabilidades contingentes associadas com a compra do negócio, mas que podem ser atenuados com cláusulas de proteção no contrato de compra e venda.


As vantagens na compra de um negócio existente excedem em valor as suas desvantagens. Esses negócios normalmente podem obter financiamento de instituições financeiras, pois há uma história estabelecida, possui ativos e uma idéia aprovada pelo mercado consumidor. São menos arriscados porque há uma carteira de clientes formada, relações com fornecedores bem estruturadas, processos operacionais consagrados, local conhecido e empregados treinados. Além, do fluxo de caixa que irá prover alguma renda imediata ao futuro comprador.


Peritos geralmente concordam que na maioria dos casos é mais vantagem pagar por um custo extra na compra de um negócio consagrado do que se arriscar em começar um negócio nada.

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Este é o material para a próxima aula.

Riscos nos negócios

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Por: Roberto José Martins Lima 

Quando usamos o termo “risco” para os negócios nos referimos ao fato que as previsões efetuadas para o empreendimento podem não ocorrer como planejadas. Portanto risco está relacionado com o futuro e com o fato de haverem expectativas sobre o futuro.

Não existe risco com relação a fatos passados. Com relação a fatos passados pode haver conhecimento ou desconhecimento. No entanto não existe o “risco” de virem a ser diferentes na medida em que já ocorreram.

Da mesma forma não podemos falar de maior ou menor conhecimento sobre o futuro. O futuro é antes de tudo incerto. Portanto qualquer inferência que fazemos quanto ao futuro é mera suposição com relação a algo que desconhecemos. Decisões empresariais são tomadas com relação ao futuro. Carregam portanto alta dose de incerteza quanto aos seus resultados. Voltaremos a isso abaixo.

Na medida em que se refere a diferenças quanto ao planejado, o termo risco, estrito senso, deveria ser aplicado a variações tanto favoráveis quanto desfavoráveis. Na prática, o termo risco é mais usado para denotar variações desfavoráveis. Assim normalmente falamos, do risco das vendas não alcançarem as metas, do risco dos investimentos serem maiores que os planejados, do risco de os consumidores não aceitarem o novo”design” do produto e assim por diante.

Ao elaborarmos o Plano de Negócios de nosso empreendimento temos uma primeira oportunidade de reduzir o risco de resultados desfavoráveis. Como podemos fazer isto?

Identifico cinco fatores importantes a serem observados.

  1. Dedicar tempo ao cenário. O nosso empreendimento se realizará no futuro e dependerá antes de tudo do comportamento de terceiros, clientes, fornecedores, concorrentes, provedores de serviços,etc…. Nas décadas de 70 e 80 muitos empreendimentos foram montados no Brasil com a lógica de copiar produtos disponíveis no exterior e fabricá-los localmente. Pouca atenção era dada à qualidade e aos custos. Com a liberação de importações na década de 90 muitas empresas perderam totalmente sua razão de existir. Portanto como será o mercado em que iremos operar?
  2. Identificar fatores de risco. Aqui básicamente devemos perguntar, porque não dará certo? Através de um exercício bem conduzido é possível identificar os principais fatores que podem inviabilizar o negócio. Medidas alternativas devem ser planejadas para a emergência destes fatores de risco. Principalmente, esses fatores de risco devem ser assinalados e contínuamente monitorados. Quanto antes venha a ser identificada a sua emergência maior a chance de ser superado.
  3. Aferir cuidadosamente nossa capacidade de executar os compromissos. Neste caso estamos tratando de um aspecto interno. Teóricamente sob o nosso contrôle. Portanto é importante que o empreendimento não venha a falhar por fatores que temos em mãos. Temos os recursos necessários? Seremos capazes de desenvolver os produtos no prazo que estamos propondo? Temos conhecimento para acessar o mercado? A idéia é portanto fazermos rigorosa verificação dos fatores internos necessários ao projeto, recursos materiais e capacitações pessoais e organizacionais.
  4. Criar referências/eventos que permitam aferir a evolução. O desenvolvimento de novos empreedimentos têm no aspecto risco empresarial um comportamento peculiar. À medida que avança a sua implementação o risco diminui. Isto decorre do fato que as diversas previsões, de custos, prazos, comportamento de mercado, etc…., vão se materializando. Portanto podemos dizer que o risco é máximo quando pràticamente nenhum recurso foi aplicado e mínimo após a totalidade das aplicações.Sendo isto verdade uma boa forma de reduzir os riscos de perdas é estipular reavaliações periódicas durante sua implementação, que devem ser tão mais rigorosas quanto mais no início estiverem os gastos e, não o contrário como usualmente é feito. Uma boa auditoria pós fato trará pouco benefício.Os cuidados com o contrôle só devem se esgotar quando o projeto estiver em pleno funcionamento e incluem não só o monitoramento dos gastos e da execução física mas compreendem também o acompanhamento das premissas de mercado e da contratação dos financiamentos conforme planejados.

Por último temos de ter em mente que a percepção do risco de insucesso não pode funcionar como algo que paralize as iniciativas e os novos empreendimentos. Não, pelo contrário, tem de ser visto como algo importante para que se consiga efetivamente alcançar os objetivos traçados. Ignorar os riscos não vai aumentar a chance que o empreendimento venha a ser feito.

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